RH, já pensou em se tornar um agente de Compliance?

Sabemos que a área de recrutamento e seleção sempre foi estratégica para as organizações, e quando a escolha de um novo colaborador é inadequada, o preço é alto, principalmente em momento de recessão. Se você, profissional de RH, está procurando uma forma de recrutar profissionais que, além de possuir capacidade técnica, estejam alinhados com a cultura ética da empresa, tornar-se um agente de compliance pode ser a solução.

A adequação dos comportamentos éticos dos profissionais nas organizações por meio da compreensão, identificação, mitigação, análise das consequências e prevenção das atitudes inadequadas é uma tarefa difícil, e ainda assim, necessária aos profissionais de RH.

 

“Contrate o caráter, treine as habilidades”

 

A frase acima, dita por Peter Schuts – ex CEO da Porsche, tem se tornado presente no dia-a-dia das organizações, uma vez que são frequentes as demissões por comportamento. E quando isso ocorre é comum o gestor perguntar ao recrutador “por que você não avaliou essa situação durante o processo seletivo?”.

Em momentos de crise e recessão não é permitido errar, o que tem exigido mais cautela do recrutador que durante o processo deve considerar não apenas a formação técnica, a experiência e as referências, mas, principalmente, o quanto esse profissional está alinhado eticamente com a cultura da organização.

Mapear o DNA ético do futuro colaborador é um desafio para os profissionais de RH, mas também pode ser a solução para muitos problemas enfrentados pela organização. Definir as regras de conduta de forma clara e objetiva ajuda a empresa a enxergar que tipo de perfil comportamental ela deseja contratar e ajuda o profissional a entender o que a empresa espera dele.

 

RH: seja um agente de Compliance!

 

Ao assumir o papel de agente de Compliance o profissional de RH torna a contratação mais efetiva, colaborando para a mitigação de fraudes e assédios na organização. E ao conhecer os ativadores comportamentais do colaborador, conseguirá desenvolvê-lo e alinhá-lo para a cultura da organização.

 

Exemplo de adaptação à cultura organizacional:

 

O profissional vem de uma outra organização onde a política para reembolso de despesas era apenas de usar o bom senso, sem limites definidos. Ao ser contratado para uma cultura na qual essas premissas já são mais claras, mais do que entregar o código de conduta, é importante esclarecer as regras, o que pode e o que não pode ser feito. Caso contrário, o colaborador continuará seguindo o comportamento da empresa anterior.

Busque uma certificação em Compliance e torne-se um recrutador estratégico. Você será capaz de identificar comportamentos desviantes e desenvolver técnicas para sua detecção durante o processo seletivo. Além disso, aprenderá sobre ferramentas para identificação e desenvolvimento do potencial de resiliência individual em dilemas éticos.

 

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