O Pentágono da Fraude

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Pentágono da Fraude

O Pentágono da Fraude

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Um método científico para predizer e combater a fraude e o assédio dentro das organizações

O Pentágono da Fraude é um método científico desenvolvido na tese de doutorado do sócio da S2, Renato Santos, PhD em fraude e assédio, e tem como objetivo auxiliar no combate a fraude e ao assédio dentro das organizações.

Essa metodologia tem como base os modelos “Triângulo da Fraude” e “Diamante da Fraude”, o qual foi acrescentada a “Disposição ao Risco”. É considerada como elemento preditivo fundamental, pois identifica a disposição em assumi-lo no ato decisório pelo potencial fraudador ou assediador.

Você quer aprender a combater a fraude e o assédio dentro da sua empresa? Então continue lendo e veja como podemos te ajudar a encontrar uma solução.

 

Neste conteúdo você vai conhecer os métodos base do Pentágono da Fraude e, em seguida, apresentados nosso método.

“Triângulo da Fraude”

Em 1953, Donald Cressey apresentou o chamado Triângulo da Fraude. Ele apontava então que o problema está ancorado na Racionalização (percepção moral do indivíduo sobre o que é certo e errado), Oportunidade (percepção sobre a vulnerabilidade do que se pretende fraudar) e Pressão (a necessidade que ele tem para fraudar).

O  “Diamante da Fraude”

Nos anos 1980, um quarto elemento entrou na equação acadêmica do problema: o estudo da Habilidade ou Capacidade que o fraudador tem para cometer a burla. Com isso, o Triângulo se tornou um Diamante da Fraude.  

O Pentágono da Fraude

Agora, há um quinto elemento: a Disposição ao Risco, que é o cálculo que o potencial fraudador faz para se decidir pela ação.

 

Baixe o infográfico sobre o Pentágono da Fraude

 

Para predizer uma fraude, ou seja, para saber o potencial dela ser cometida, é necessário que o fraudador cumpra com cada uma das 5 vertentes:

 

  • Pressão: o profissional está sob pressão para resolver uma situação ou problema, onde qualquer solução é considerada.

 

  • Racionalização: o profissional precisa abrir mão dos seus valores e conscientemente racionalizar que vai cometer a fraude.

 

  • Oportunidade: para cometer uma fraude, é preciso ter acesso ao permeio da empresa, entender os controles internos, os furos de ausência de auditoria e falta de capacitação das equipes.

 

  • Capacidade: o profissional conhece os caminhos e tem poder dentro da organização para tomar certas decisões que facilitam cometer a fraude.

 

  • Disposição ao risco: é preciso estar disposto a correr o risco de cometer a fraude e ser apanhado. Embora reconheça essa possibilidade, o fraudador aceita-o e segue em frente.

 

A nossa metodologia, combinada com a experiência junto a mais de 4000 profissionais entrevistados provou que, ao entender o potencial de integridade e resiliência das pessoas que compõem uma organização diante de dilemas éticos, é possível predizer o seu potencial de cometer fraudes.

 

As razões que levam os fraudadores a agir são distintas. Cada um tem sua motivação e muitas vezes elas se cruzam. A pesquisa do Pentágono da Fraude apontou dez motivos diferentes presentes em quase todos os casos de fraude no mercado.

 

Clique aqui para ter acesso a pesquisa que mostra as 10 razões que transformam colaboradores em fraudadores e as 5 vertentes que você deve avaliar na hora de contratar colaboradores e fornecedores.

 

Neste conteúdo você aprendeu que o Pentágono da Fraude, enquanto método científico, pode ajudar as organizações a predizer e combater a fraude e o assédio.

Benefícios
É um modelo preditivo: entenda quando funcionários podem ter a intenção de cometer fraude ou assédio.
Aplicável em diferentes níveis hierárquicos, compreendendo e adequando a abordagem para cada realidade.
Foi desenvolvido com base em um estudo de casos múltiplos em organizações brasileiras e entrevistas forenses com fraudadores e assediadores confessos.

S2 Consultoria

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